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	<title>ortoclinica bauru</title>
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	<description>ortoclinica bauru é especialista em Ortopedia, Fraturas, Fisioterapia e Dermatologia</description>
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		<title>ALONGAMENTOS E AQUECIMENTO</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 00:34:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ALONGAMENTOS E AQUECIMENTO Os alongamentos devem fazer parte de nossa vida diária, da mesma forma que o alimento e o sono, pois é através dos alongamentos que vamos aumentar nossa flexibilidade e deixar nosso corpo mais relaxado e solto. De &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/alongamentos-e-aquecimento">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: large;"><strong>ALONGAMENTOS E AQUECIMENTO</strong></span></p>
<p>Os alongamentos devem fazer parte de nossa vida diária, da mesma forma que o alimento e o sono, pois é através dos alongamentos que vamos aumentar nossa flexibilidade e deixar nosso corpo mais relaxado e solto. De opcional que é, passa a ser uma boa opção quando realizamos exercícios físicos. Podemos fazer os alongamentos diariamente com a finalidade de aumentarmos nossa flexibilidade e a amplitude de movimentos ou no momento da prática de exercícios físicos para auferir alguns benefícios que serão vistos a seguir.  Os alongamentos feitos após o aquecimento e também após os exercícios físicos tem uma tendência a reduzir as dores musculares que vêm após os exercícios, a diminuir a tensão muscular proveniente dos exercícios, a melhorar o desempenho na atividade física além de aumentar a amplitude dos movimentos articulares.  Feitos de forma adequada, vamos nos sentir com movimentos mais livres e mais amplos e preparados para iniciar nosso esporte. Alguns estudos mostram haver vantagens em iniciarmos com o aquecimento e depois fazermos os alongamentos. Como nos esportes necessitamos também fortalecimento muscular, precisamos ter um equilíbrio entre musculação e alongamentos para evitar alongamento excessivo, fato este que pode trazer diminuição de força muscular. No caso de praticar exercícios estafantes, os alongamentos também devem ser feitos no final da atividade física, diminuindo desta forma a tensão muscular e favorecendo uma recuperação muscular mais precoce. Os alongamentos podem ser feitos de três maneiras: o alongamento suave, que iniciamos de maneira suave até sentir uma pequena tensão, mantendo o músculo alongado e relaxado sem sentir desconforto ou dor em torno de 10 a 15 segundos. Normalmente esta sensação de tensão também desaparece. A seguir, se quisermos fazer o alongamento progressivo, mantemos alongamento, porem alongando um pouco mais sentindo novamente a sensação de uma leve tensão porem sem dor ou desconforto por mais 10 ou 15 segundos. Finalmente, com a mesma técnica, fazemos o alongamento rápido que gira em torno de 03 a 05 segundos. Veremos a seguir, no aquecimento, aplicações dos três tipos de alongamentos.<br />
Aquecimento- O objetivo do aquecimento é o de aumentar a temperatura corpórea e com isto, aumentar a força de contração muscular, melhorar a coordenação neuro-muscular e como decorrência, prevenir as lesões musculares. O aquecimento também promove uma predisposição psíquica à performance do esporte (dá mais “garra”). A cada grau de temperatura corporal aumentado, o metabolismo celular aumenta, resultando com isto uma liberação mais rápida de oxigênio do sangue para os músculos.<br />
Pessoalmente, antes de fazer uma atividade física, principalmente aquelas que demandam um exercício mais intenso, como trilha de bicicleta, costumo iniciar com alongamentos rápidos (3 a 5 segundos) como se eu quisesse avisar aos meus músculos que eles irão trabalhar e a seguir faço o aquecimento. Após o aquecimento, faço os alongamentos tipo suave para fazer a trilha e ao final da mesma termino com a desaceleração e para arrematar, os alongamentos porém agora do tipo progressivo, não obstante ter pouca evidencia se estes fatores diminuem ou não a incidência de lesões musculares. Exemplificando, para fazer trilha com bicicleta faço primeiro os alongamentos do tipo rápido. A seguir, além de realizar rotações nas várias articulações dos membros superiores e tronco (alongamento e aquecimento do tronco e articulações dos membros superiores), ando de bicicleta durante 10 a 15 minutos de forma leve para fazer o aquecimento e com isto aumento também um pouco minha freqüência cardíaca, como equivalente ao aquecimento do coração. A seguir, faço os alongamentos do tipo suave. Ao começar a trilha, vou aumentando gradativamente a intensidade das pedaladas até perceber que estou “solto e quente” além de ver que minha freqüência cardíaca também está aumentando, a partir da qual passo a pedalar de forma rápida e com a técnica correta, como pode ser visto no artigo “bicicleta- técnica básica e ergonomia” neste mesmo site. Ao sentir dor costumo parar e fazer alongamento  suave dos membros inferiores, tomo meu “isotônico” e continuo a trilha. Como veremos a seguir, no final das pedaladas faço a desaceleração e termino com o alongamento progressivo.<br />
Desaceleração- Da mesma forma que nos aquecemos para a prática do esporte, nos minutos finais vamos “esfriar” nosso corpo e ajustar o metabolismo da relação glicose-lactato simplesmente diminuindo o ritmo do mesmo durante alguns minutos. Citando o mesmo exemplo, no final das pedaladas giro o pedal de forma leve sem fazer força durante alguns minutos (3 a 5 minutos), às vezes mais um pouco, dependendo do “estado” dos meus músculos. A seguir, faço os alongamentos do tipo progressivo. Com estes procedimentos (alongamentos, aquecimento e desaceleração) há uma tendência a diminuir os riscos de lesões musculares como foi dito acima,  assim como  redução das dores musculares após os exercícios, redução da tensão muscular devida ao exercício, redução do risco de cãibras (a chamada cãibra do esportista), redução da sensação de fadiga e uma recuperação muscular mais rápida, principalmente nos “jovens” da terceira idade.<br />
Outro procedimento que talvez possa reduzir a incidência destas lesões e que vem ganhando muita força é o fortalecimento e o equilíbrio muscular. Para terminar, poderíamos resumir tudo dizendo que, independentemente dos vários estudos que estão sendo feitos, como estes procedimentos (Alongamentos, aquecimento, fortalecimento e equilíbrio muscular) não nos causam nenhum transtorno, acho uma boa opção fazê-los e conferir no seu dia a dia se valeu a pena ou não.<br />
Obs- Não vamos confundir a chamada cãibra do esportista, aqui relatada, com as câimbras de outras origens, como a de origem vascular, neuromuscular ou metabólica que merecem uma investigação médica.<br />
Quanto aos alongamentos mais usados na bicicleta, seja ela comum ou estacionária, veja em nosso artigo <a title="BICICLETA – TÉCNICA BÁSICA E ERGONOMIA" href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/bicicleta-%e2%80%93-tecnica-basica-e-ergonomia" target="_blank">“Bicicleta- Técnica Básica e Ergonomia”</a> e<a title="BICICLETA ESTACIONÁRIA" href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/bicicleta-estacionaria" target="_blank"> “Bicicleta-estacionária”</a> neste mesmo site, os que mais usamos nas trilhas e em nossa clinica. Caso tenha dúvidas, venha conversar com nossos fisioterapeutas que terão prazer em recebe-lo.<br />
Mais detalhes sobre alongamento, fortalecimento e desaceleração consultar profissionais de Educação Física, fisiologistas e fisioterapeutas. Também vale a pena conferir neste mesmo site a maneira correta de pedalar, tamanho ideal da bike, lesões decorrentes do uso errado da bicicleta, intitulado “bicicleta- técnica básica e ergonomia”.</p>
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		<title>CAMINHADA</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:35:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De todos os exercícios, o mais simples, o mais barato e o mais prático, certamente é a caminhada. No entanto, devemos distinguir uma caminhada leve, descontraída, da caminhada propriamente dita que tem finalidades mais precisas. A caminhada leve tem por &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/caminhada">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De todos os exercícios, o mais simples, o mais barato e o mais prático, certamente é a caminhada. No entanto, devemos distinguir uma caminhada leve, descontraída, da caminhada propriamente dita que tem finalidades mais precisas. A caminhada leve tem por finalidade  fazer o <strong>mínimo de exercício diário</strong>, com duração não inferior a 30 minutos podendo chegar até 1 hora e pode ser feita ao andarmos para o trabalho sem qualquer preocupação de tomarmos nossa pulsação ou outros cuidados que deverão ser tomados na caminhada propriamente dita. Nesta última condição, temos que seguir alguns cuidados e regras para que possamos usufruir dos benefícios deste exercício sem os quais nosso aproveitamento será pequeno. A seguir, vamos dar alguns destes cuidados e conceitos para que possamos fazer uma caminhada de forma correta.</p>
<p><strong>Freqüência.</strong> Deve ser feita diariamente ou no mínimo 3 vezes por semana.</p>
<p><strong>Horário</strong>.  Os melhores horários são: antes das 10,00 horas e após as 17 horas quando a temperatura e o sol estão mais amenos.</p>
<p><strong>Roupas.</strong> Sempre folgadas, de cor clara e de preferência de algodão. Não usar roupas de tecido sintético. Usar tênis tipo anti-impacto</p>
<p><strong>Distância.</strong> Inicialmente, poderemos andar em torno de 1500 metros em 15 minutos e a progressão pode ser feita pela distância, pelo tempo ou por ambos. Devemos caminhar no mínimo 30 minutos ao dia.</p>
<p><strong> Como devemos caminhar</strong>. Com passos longos mas não acelerados e quando em companhia de outras pessoas, permite-se conversas despreocupantes porem sem perder o ritmo da marcha. Manter os braços descontraídos e em movimentos rítmicos.</p>
<p><strong>Alongamentos e aquecimento. </strong>Acho interessante iniciar com alongamentos curtos seguido de caminhada leve e devagar durante alguns minutos até que sinta que esteja aquecido e depois fazer os alongamentos dos isquiotibiais, panturrilha, quadríceps e adutores, não esquecendo de aquecer as articulações dos tornozelos e quadris. Depois, iniciar a caminhada propriamente dita variando entre 30 minutos à 1 hora. No final podemos fazer os alongamentos, como pode ser visto neste mesmo site, em “alongamentos e aquecimento”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CAMINHADA PROPRIAMENTE DITA UTILIZANDO-SE A FREQÜÊNCIA CARDÍACA</strong></p>
<p>Consultar os conceitos relacionados à frequencia cardíaca máxima e seu uso nos esportes que estão no item 5 do artigo “bicicleta- técnica e ergonomia” neste mesmo site. De forma semelhante, podemos aplicar estes mesmos princípios na caminhada, seja no indivíduo sedentário ou atleta.</p>
<p><strong>HIDRATAÇÃO- </strong>Ler sobre a hidratação no mesmo site, HIDRATAÇÃO NOS ESPORTES. .</p>
<p><strong>CONTRA-INDICAÇÃO</strong>. A caminhada, ou qualquer atividade física que se faça, deverá ser agradável pois além de nos proporcionar prazer em faze-la, irá nos dar uma melhoria na <strong>qualidade de vida tanto física como mentalmente . No caso de termos problemas </strong>no<strong> </strong>quadril, joelho, tornozelo e pé a caminhada, além de <strong>causar dor</strong> nestas articulações, irá  agravar ainda mais estes problemas. Nestes casos,  é preferível  optarmos por exercícios que <strong>não</strong> tenham impacto, tais como: bicicleta comum ou estacionária , natação e ou hidroginástica que também atingem os mesmos objetivos que a caminhada sem a desvantagem do impacto causada pela mesma, porem devem ser feitas com  técnicas precisas e  de forma correta, pois qualquer exercício que se faça de forma inadequada e constante poderá nos prejudicar a médio ou a longo prazo. Convém lembrar que somente <strong>após passar por exame médico</strong> <strong>incluindo cardiologista</strong>, é que se deve fazer a caminhada. Ler sobre os “benefícios dos exercícios” neste mesmo site para poder usufruir o máximo deles e&#8230; boa caminhada.</p>
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		<title>COLUNA</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:34:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[CUIDADOS COM NOSSA COLUNA &#160; A dor nas costas, também conhecida como “lumbago” ou lombalgia, é devida a vários fatores tais como: defeitos congênitos, predisposição reumática, osteoartrose, hérnia de disco, fraqueza muscular, tumores primários ou metastáticos, processos inflamatórios,etc. Porém, ao &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/coluna">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>CUIDADOS COM NOSSA COLUNA </strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>A  dor nas costas, também  conhecida como “lumbago” ou lombalgia, é devida  a vários fatores tais  como: defeitos congênitos, predisposição  reumática, osteoartrose, hérnia  de disco, fraqueza muscular, tumores  primários ou metastáticos,  processos inflamatórios,etc. Porém, ao  contrário do que imaginamos, a  dor lombar em sua grande maioria não é devida a alguma doença grave da coluna, mas sim devida aos chamados fatores mecânicos que atuam de forma <strong>crônica</strong> na coluna  como a obesidade, posicionamento incorreto da coluna, carregar pesos   principalmente de forma inadequada, etc. Na verdade, o que é preciso   fazer é ter uma mudança comportamental  com aquisição de hábitos  posturais mais saudáveis. Para tanto  necessitamos auxílio da  fisioterapia, Educação física, Nutrição e mesmo  em alguns casos, de  psicólogos. Estes fatores mecânicos podem, caso  não sejam corrigidos,  levar a um quadro clínico mais grave como  osteoartrose, hérnia discal,  etc. cujo tratamento torna-se mais difícil  e trabalhoso. Em outras  palavras, “água mole em pedra dura&#8230;”.  Citaremos os cuidados posturais  que consideramos mais importantes e que  deverão ser observadas no seu  dia a dia.</p>
<p>1 <strong>Não carregar nem levantar pesos,</strong> principalmente se estiverem longe do corpo. Caso necessário, veja item nº 2</p>
<p>2.<strong>Ao pegar peso, abaixe dobrando os joelhos com as pernas abertas e NUNCA dobrando a coluna. </strong>Erga o peso<strong> </strong>junto ao corpo usando a força das pernas e não da coluna.</p>
<p>3   Não permanecer muito tempo sentado ou em pé (1 ou 2 horas no máximo),   ou o que é pior, em pé e inclinado durante algum trabalho.</p>
<p>4.   Ao precisar permanecer em pé, apoiar um dos pés sobre um pequeno banco   ou degrau e após algum tempo alterna-los (direito e esquerdo), porém é melhor andar um pouco que ficar parado.</p>
<p>5.   Ao dirigir um veículo, pare cada 2 horas para pequenos alongamentos da   coluna ou mesmo para um café no posto. No trabalho, levante da cadeira   para fazer também pequenos alongamentos cada 2 horas.</p>
<p>6.   Nos itens 3 e 5 é evidente que tenhamos que ter um banco ou cadeira   apropriados. Cadeira com encosto a 90 graus costuma “cansar” mais   depressa. Melhor o encosto ter uma inclinação adequada.</p>
<p>7. Evite fazer exercícios, caminhadas ou correr na  fase aguda (período de crise dolorosa). Melhor repousar (ficar sentado ou deitado).</p>
<p>8. Melhor dormir de lado  e com travesseiro que preencha o espaço entre a  cabeça e o colchão e   em colchão firme e novo, com densidade apropriada para seu peso e de boa qualidade e no caso de dor lombar forte, “encolher” as pernas e colocar um travesseiro entre ambas.</p>
<p>9.   Observar sempre a postura correta para sentar: encostar-se totalmente   para apoiar as costas. Ao levantar, apoiar as mãos sobre os braços da   cadeira erguendo seu corpo e <strong>não</strong> às custas de sua perna e coluna.</p>
<p>10. <strong>Não dobrar a coluna</strong> <strong>nem mantê-la dobrada</strong> ao realizar tarefas como : lavar louças na pia ou roupas  em tanque   baixo, arrumar cama ou apanhar objetos  em gaveta baixa, varrer, passar,   ou até mesmo escovando os dentes.Neste último caso, convém apoiar o   corpo na pia com a outra mão.</p>
<p>11. Ao cuidar de crianças, usar o trocador</p>
<p>12-.Não usar salto alto constantemente.</p>
<p>13. <strong>Mantenha o seu peso ideal para não sobrecarregar a coluna. Procure um nutricionista.</strong></p>
<p>14. Em relação a <strong>coluna cervical, </strong>( na altura do pescoço) <strong>evite mantê-la dobrada</strong>,   como assistir  TV recostada na cadeira ou deitada  na cama ou sofá ou   fazendo crochet ou tricot, escrevendo no micro, ou segurar o telefone   entre cabeça e pescoço.Dormir de lado de acordo com o item 8.</p>
<p>15. No final do tratamento manter os exercícios de alongamento e iniciar os exercícios de fortalecimento muscular  da coluna para combater a fraqueza muscular que é uma das causas da dor   lombar e dar inicio da natação, hidroginástica etc. A manutenção dos   cuidados de postura descritos acima e dos exercícios incluindo natação é   bastante saudável e costuma combater a dor lombar recidivante.</p>
</div>
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		<title>BICICLETA – TÉCNICA BÁSICA E ERGONOMIA</title>
		<link>http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/bicicleta-%e2%80%93-tecnica-basica-e-ergonomia</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:34:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[     Este artigo é baseado na experiência de 20 anos de trilhas de bicicleta, atendimento médico à estes meus companheiros, observação e desenvolvimento das técnicas empregadas por mim e por eles, leitura de artigos do gênero além de livros e &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/bicicleta-%e2%80%93-tecnica-basica-e-ergonomia">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/gallery/imgclinica/Imagem8.png" alt="Imagem8" width="603" height="131" /></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">     Este artigo é baseado na experiência de 20 anos de trilhas de bicicleta, atendimento médico à estes meus companheiros, observação e desenvolvimento das técnicas empregadas por mim e por eles, leitura de artigos do gênero além de livros e revistas especializadas em medicina esportiva. Desta forma, dirijo-me especialmente para aqueles esportistas amadores que gostam de fazer trilha de bicicleta e desejam uma orientação sobre qual bicicleta devem comprar, seu tamanho, posição do selim e do guidão, maneira correta de pedalar, controle da freqüência cardíaca, alongamentos, hidratação, etc. além de alertar para as lesões que podem sofrer ao pedalar de forma incorreta. Descreveremos de forma sucinta sobre cada um destes itens. Para os profissionais de ciclismo seria conveniente a orientação de profissionais especializados no assunto. </span><br />
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">                        Além das fraturas causada pelas quedas, sendo as mais freqüentes o trauma de crânio, fratura da clavícula, luxação acrômio-clavicular, fratura da coluna cervical, dos arcos costais, do antebraço, além de outras menos freqüentes, as bicicletas podem provocar uma série de distúrbios, sendo os mais freqüentes as dores nos quadris, nos joelhos, estiramentos musculares, tendinopatias, câimbras, dor nas pernas(tibialgia) síndrome compartimental, dor lombar, dor nos pés (metatarsalgia)  etc. Estes distúrbios em geral são decorrentes da combinação de vários fatores que atuam em conjunto e não apenas um isoladamente, tais como tamanho inadequado da bicicleta, posicionamento incorreto do ciclista, técnica errada ou deficiente ao pedalar, uso excessivo, etc. Vamos abordar alguns destes itens para que possamos minimizar estas lesões provocadas pelo mal uso deste equipamento. </span><br />
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">1-Altura do quadro (tamanho da bicicleta)- É um dos itens mais importantes.  Como método prático, devemos ter uma distância em torno de 2,5 cm entre a virilha e o tubo horizontal superior da bicicleta tipo speed (Indicada para andar no asfalto e correr) e  em torno de 7,5 cm no tipo “mountain bike” (Indicada para andar na terra, fazer trilhas, etc.) . Nas bicicletas tipo mountain bike mais modernas em que o tubo superior é inclinado, existe uma tabela nos revendedores que relaciona o comprimento do membro inferior e o tamanho da bicicleta a comprar. Existem também algumas fórmula que nos dão de forma aproximada o tamanho do quadro que necessitamos. No caso da speed teremos: altura do cavalo(entre-pernas) multiplicado por 0,65.  Exemplo- Uma pessoa com altura do cavalo de 76 cm seria 76 x 0,65= 49.4 ou seja uma bicicleta speed de tamanho aproximado 50.</span><br />
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> No caso de uma bicicleta tipo mountain bike, que é nosso caso, a fórmula é outra: altura do cavalo transformado em polegadas e depois subtrair o número 14.  Exemplo- Como cada polegada tem 2,54 cm, uma pessoa com uma altura do cavalo de 76 cm teremos : 76 dividido por 2,54 = 29,92 . Diminuindo este número de 14 teríamos 15,92 ou seja uma bike tamanho aproximado16. O comprimento do quadro também é importante devido ao posicionamento do ciclista sobre a bike, ou seja, o ângulo de inclinação do tronco para frente. Este ângulo guarda relação com o funcionamento dos glúteos, que são músculos importantes para quem pedala, que como veremos, deve ser fortalecido. Este Ângulo também pode ser causa de dor lombar. </span><br />
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">2- Altura do selim- É de extrema importância colocarmos o selim na altura certa, pois é uma das grandes causas das dores nos membros inferiores por alterar amplitude de movimento dos quadris e joelhos. Com este ângulo alterado há um aumento do esforço físico para pedalar. Como se trata de um esforço repetitivo, além da perda de potência acaba causando dor e tendinopatias por sobrecarregar as estruturas músculo-tendinosas. Para posicionarmos a altura do selim, sentamos na bicicleta parada com o calçado que iremos pedalar e ajustamos a altura do selim com o pedal na posição mais baixa, ante-pé apoiado sobre o pedal e o joelho fletido em torno de 10 a 15 graus (foto n° 1), ou então com o joelho totalmente estendido porém descalço e com o calcanhar no pedal na posição mais baixa.  Também podemos calcular 3 dedos abaixo da sínfise púbica ou pela formula: altura do cavalo multiplicado por 0,883 e medida do eixo do movimento central até a parte alta do meio do selim como mostra a foto 4 linha “a”. A partir deste primeiro posicionamento teórico começamos a pedalar para ajustar o selim um pouco mais para cima ou para baixo conforme o necessário. Particularmente, como não uso sapatilhas, costumo pedalar mais na ponta dos pés. Desta forma uso mais um grupo muscular para aumentar a potencia da pedalada, o dos flexores dos artelhos. Para ajustar a altura do selim, começo a pedalar com o selim um pouco mais alto que o teórico o que faz com que o ciclista “rebole” sobre o mesmo. A seguir, vou diminuindo a altura do selim até parar de “rebolar”, ficando o banco um pouco mais alto que no tradicional. Usando esta técnica, sinto que aumenta a potência das pedaladas sem a ocorrência de dores nos quadris ou nos membros inferiores.  </span><br />
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">3- Posição do selim – Também é outra causa de dor ou perda de potência se não for ajustado corretamente.  O selim deve estar na horizontal ou ligeiramente inclinado para baixo para aliviar a região anterior do períneo (no máximo em torno de 10 graus). Desta forma diminuímos a compressão do nervo pudendo que faz “formigar” a região do períneo. Sua largura deve ser tal que acomode bem as tuberosidades isquiáticas (saliência óssea da bacia que sentamos sobre elas.) para evitar dor e desconforto. Em relação à sua posição para frente e para traz é obtida através de uma linha vertical que inicia na tuberosidade da tíbia (saliência óssea logo abaixo do joelho onde se insere o ligamento patelar) e termina no meio do pedal, estando as pedivelas na horizontal (posição na frente de 3 horas e atrás de 9 horas). Foto 2. </span><br />
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Tipo de selim &#8211; Devido a sua grande variedade e indicações, como corrida ou passeio, alguns são adaptados para o sexo masculino (mais estreito) e outros para o feminino (mais largo). Aconselhamos dirigir-se a uma revenda de acessórios para informações a respeito. </span><br />
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">4- Posição do guidão- Deve estar em uma posição tal em que a distância entre a ponta do selim e o centro do guidão é a mesma entre a ponta do olécrano (ponta do cotovelo) e a ponta do terceiro dedo da mão (dedo do meio) Foto 3.  De forma grosseira, ao olharmos para o eixo da roda da frente, o mesmo deve estar na mesma direção do guidão, isto é fica “escondido” sob o nosso olhar.</p>
<p></span></p>
<p><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Imagem91.png"><img title="figura 1" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Imagem91.png" alt="" width="189" height="165" /></a><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Imagem10.png"><img title="figura 2" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Imagem10.png" alt="" width="203" height="166" /></a></p>
<p><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Imagem11.png"><img title="figura 3" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Imagem11.png" alt="" width="254" height="203" /></a><br />
5- Altura do guidão- Além da largura, que está relacionada à largura dos ombros, na bicicleta tipo Mountain bike, deve ficar no máximo em torno de 5 cm mais baixo que a altura do selim e para o tipo speed de 3 a 10 cm influenciando desta forma o ângulo que o tronco forma para frente, como já foi comentado na altura e comprimento do quadro. Particularmente como não faço trilha competitiva, mas apenas por laser, gosto de guidão que tenha uma discreta elevação no terço lateral que costuma aliviar o peso do corpo sobre as manoplas e ao mesmo tempo eleva um pouco o tronco aliviando as dores nas costas.<br />
6- Comprimento da pedivela- Quanto maior a pedivela-(foto abaixo- letra b), maior é a amplitude de movimento do quadril e do joelho e conseqüentemente um aumento da flexão destas articulações. Um eixo maior, apesar de dar mais potência, força os quadris e joelhos causando dor e aumentando o risco de lesão. O comprimento aproximado do eixo (pedivela) pode ser encontrado medindo a distância do trocanter maior (saliência óssea no lado lateral do quadril) ao chão e multiplicando esta distância por 0,185 (foto 4 abaixo letra “b”). Normalmente o tamanho ideal já vem de fábrica. Esta substituição geralmente é feita pelo próprio ciclista que quer auferir alguma vantagem técnica para competição.</p>
<p><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Imagem12.png"><img title="figura 4" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Imagem12.png" alt="" width="258" height="209" /></a><br />
7- “Firma-pé” e “sapatilhas”com trava- Seu uso aumenta o desempenho do ciclista, porém uma queda que não consiga retirar os pés do pedal costuma ser mais violenta.<br />
8- Amortecedores- Algumas bicicletas tipo mountain bike podem vir de fábrica com amortecedores dianteiros e outras com amortecedores dianteiros e traseiros. Estes últimos aliviam um pouco mais o impacto sobre a coluna lombar, o que convém para aquelas pessoas que “sofrem da coluna” e desejam pedalar. O amortecedor traseiro nos dá também uma sensação de melhor estabilidade nas descidas, porém cai o rendimento na subida. Uma boa opção é desligar os amortecedores durante a subida. Há bicicletas que tem a chamada suspensão inteligente que detecta a declividade do terreno (leitura do terreno) atuando de forma automática, sendo necessário apenas o ajuste do peso do ciclista neste tipo de equipamento.</p>
<p>TÉCNICA<br />
Uma vez que estejamos com a bicicleta de tamanho correto, guidão em sua posição ideal, selim na altura certa e colocado corretamente em relação ao pedal, vamos para a técnica propriamente dita.<br />
1-Cadência- Assim como a altura e posição do selim, a cadência é muito importante no que se refere ao aparecimento das dores nos membros inferiores. Quando fazemos uma trilha, devemos manter uma cadência (número de voltas que faz o pedal em 1 minuto) em torno de 70 a 80 rotações por minuto(rpm) de forma confortável e sem sentir dor muscular ou tendinea. Cadências mais baixas (50 rpm por exemplo) com a mesma velocidade da cadência de 70 a 80 rpm aumentam o risco de uma lesão muscular ou tendínea.Este risco aumenta porque necessitamos usar uma marcha “mais pesada” e com isto “forçarmos” mais nossa musculatura ou seja, fazemos mais força para andar. Ao mantermos uma cadência acima de 70 rpm com uma marcha e velocidade adequadas realizamos um menor esforço muscular e diminuímos o potencial de lesão. Também devemos evitar “arrancadas” desnecessárias que também causam lesões miotendíneas. Dependendo da idade, do preparo físico, da extensão da trilha, da velocidade e mesmo do “cansaço” pode-se diminuir esta cadência para onde melhor se adaptar, porém ao usar esta ou aquela cadência, é fundamental não aumentarmos nosso esforço físico nem  sentir dor ao pedalar, pois isto indicaria que estamos “forçando” nossa musculatura com a conseqüente lesão muscular. Como se percebe, há uma estreita relação entre velocidade, marcha(câmbio) e cadência que o ciclista deve dominar bem para diminuir a incidência destes distúrbios.  Em uma competição ou treinamento profissional, que não é o objetivo deste artigo, a cadência é mais elevada.<br />
2- Alongamentos, aquecimento e desaceleração. Achamos que é importante para quem pratica este esporte.Normalmente o aquecimento precede o alongamento, porem pessoalmente costumo fazer um alongamento curto (5 seg) do quadríceps, isquiotibiais, panturrilha e adutores para “acordar” estes músculo antes do aquecimento e a seguir, começo a pedalar sem esforço (como costumamos falar, vou só no pedal) para fazer o aquecimento, que gira em torno de 10 a 15 minutos ou mesmo um pouco mais dependendo  das minhas condições físicas e as condições do tempo, etc. Além do aquecimento e dos alongamentos de rotina, como o alongamento do quadríceps (foto 6), isquiotibiais (foto 7, 8,9), adutores (foto 9) e panturrilha (foto 5), convém também alongar e aquecer antes de pedalar as várias regiões da coluna vertebral além do aquecimento dos ombros, punhos, quadris, tornozelos.</p>
<p><strong><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc6.jpg"><img title="posicao 1" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc6.jpg" alt="" width="252" height="336" /></a><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc7.jpg"><img title="posicao 2" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc7.jpg" alt="" width="252" height="205" /></a><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc8.jpg"><img title="posicao 3" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc8.jpg" alt="" width="252" height="205" /></a><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc9.jpg"><img title="posicao 4" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc9.jpg" alt="" width="227" height="184" /></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O aquecimento destas articulações é feito através de movimentos rotacionais das mesmas. Durante a trilha, podemos fazer novamente os alongamentos dos músculos que estão começando a sentir o cansaço, porem agora do tipo suave (em torno de 10 a 15 segundos).  No final da pedalada fazer a desaceleração (ir só no pedal sem esforço) durante alguns minutos e a seguir os alongamentos agora do tipo progressivo (30 seg.).<br />
Quem faz ciclismo tem tendência ao encurtamento da panturrilha e dos isquiotibiais(músculos da região posterior do joelho e coxa). Além disto, alguns ciclistas costumam também sentir dor, desconforto ou câimbras no lado medial ( lado de dentro) das coxas durante ou após a pedalada devido ao trabalho de um grupo de músculos chamados adutores. Desta forma, achamos importante para quem pedala, fazer de forma rotineira (diariamente) o alongamento destes grupos musculares.Vale à pena ler sobre este assunto que está com mais detalhes em “alongamentos” neste mesmo site<br />
3- Hidratação – Uma das coisas mais importantes para quem pratica esporte é manter-se hidratado durante e após o mesmo. Apesar de ser relativamente simples, depende de vários fatores, como: intensidade de atividade física, temperatura ambiente, umidade do ar, tempo de exercício, etc. Em síntese, é recomendado tomar em torno de 500 ml de suco de frutas 2 horas antes do pedal, porém como nas nossas trilhas podemos urinar quando quisermos, costumo tomar mais 1 ou 2 copos de água mesmo sem sede ao sair de casa, garantindo desta forma uma boa hidratação inicial. Não podemos esperar ter sede para tomarmos líquido, pois ao sentirmos a sensação de sede, já estamos desidratados. Costumamos ingerir, dependendo das condições, de 600 a 1200 ml de liquido por hora. Após iniciar a trilha, é recomendado ingerir a cada 15 ou 20 minutos água ou de preferência isotônicos ‘aos goles’ e não começarmos a tomar líquido quando sentirmos sede ou então esvaziar a caramanhola de 700 ml de uma só vez. Aconselhamos a ler sobre este assunto neste mesmo site em “Hidratação nos esportes”. Este artigo, que é importante para quem faz trilha, mostra a qualidade e a quantidade básica de líquidos que devemos ingerir para combater esta desidratação. Também mostramos o “porque” e os riscos que se corre quando não nos hidratamos convenientemente, além de algumas sugestões de como fazer estes líquidos. Desta forma vamos nos hidratar convenientemente e de uma maneira bem mais econômica. Vale a pena conferir&#8230;<br />
4- Musculação- Para melhorar a “performance”, fazer de forma rotineira e fora dos dias de treinamento o fortalecimento do quadríceps, isquiotibiais, panturrilha e glúteos. Por outro lado, como foi visto acima, não podemos nos esquecer de fazer o alongamento diário dos isquiotibiais, panturrilha e adutores devido à tendência de encurtamento destes grupos musculares para quem pratica ciclismo. O fortalecimento dos adutores e dos isquiotibiais assim como o equilíbrio muscular também colaboram para diminuir as lesões musculares. Para um melhor aproveitamento da força muscular destes grupos musculares, é de suma importância a posição correta do ciclista na bike assim como as características da mesma já comentadas anteriormente.<br />
5-Controle da freqüência cardíaca- É fundamental fazermos o controle da freqüência cardíaca ao pedalarmos. Deve ser feita uma avaliação prévia com um cardiologista. Em resumo, um indivíduo saudável e treinado que não tenha condições de fazer exames mais precisos como a ergoespirometria, pode recorrer à uma destas fórmulas derivadas da fórmula de Karvonen, para controlar a intensidade dos exercícios, como por exemplo   FCT=(FCM-FCR)X(% de intensidade) + FCR<br />
onde FCT é a freqüência cardíaca de treino, FCM é a freqüência cardíaca máxima (que pode ser calculada pela formula 220 – idade),  FCR é a freqüência cardíaca de repouso (freqüência que podemos medir antes de levantarmos da cama pela manhã) e % de intensidade é a porcentagem da freqüência cardíaca do limite inferior e superior da faixa de intensidade de exercício que desejamos, isto é, intensidade leve (50 a 70%), moderada (60 a 75 ou 80%) ou intensa (acima de 80 ou 85%)<br />
Exemplo- Vamos tomar como exemplo um ciclista de 40 anos e que tenha uma FCR de 44 bpm e que deseja fazer um exercício moderado mantendo a freqüência cardíaca entre 60 a 80% . Aplicando as fórmulas, vamos calcular a freqüência cardíaca máxima através da fórmula: FCM=220-40=180. Depois aplicar este resultado na fórmula para calcular o limite inferior de 60% ou seja, FCT=(180-44)X(O,6) + 44= 125 bpm e depois para o limite superior através da mesma fórmula  FCT=(180-44)X(0,8)+44=153 bpm , isto é, este ciclista de 40 anos para fazer um exercício moderado, deverá manter sua freqüência cardíaca entre 125 a 153 batimentos por minuto durante a pedalada.  Aconselhamos a adquirir um monitor cardíaco para pedalar e progredir em sua forma física de uma forma mais segura.<br />
Para quem é sedentário iniciar os exercícios de forma leve (em torno de 50%) e não ultrapassar 70% e ir aumentando gradativamente o tempo de exercício e o esforço físico, porém sempre após uma avaliação prévia com um cardiologista e de preferência ligado à Medicina Esportiva. Ler com mais detalhes sobre a freqüência cardíaca máxima, zona alvo de treinamento e também sobre a influência dos exercícios sobre a pressão arterial, sobre o humor (depressão, ansiedade, euforia,) sobre o aparelho cardiovascular, endorfinas, metabolismo da glicose, alimentação, etc. em “Benefícios dos exercícios aeróbicos” neste mesmo site 3- Hidratação – Uma das coisas mais importantes para quem pratica esporte é manter-se hidratado durante e após o mesmo. Apesar de ser relativamente simples, depende de vários fatores, como: intensidade de atividade física, temperatura ambiente, umidade do ar, tempo de exercício, etc. Em síntese, é recomendado tomar em torno de 500 ml de suco de frutas 2 horas antes do pedal, porém como nas nossas trilhas podemos urinar quando quisermos, costumo tomar mais 1 ou 2 copos de água mesmo sem sede ao sair de casa, garantindo desta forma uma boa hidratação inicial. Não podemos esperar ter sede para tomarmos líquido, pois ao sentirmos a sensação de sede, já estamos desidratados. Costumamos ingerir, dependendo das condições, de 600 a 1200 ml de liquido por hora. Após iniciar a trilha, é recomendado ingerir a cada 15 ou 20 minutos água ou de preferência isotônicos ‘aos goles’ e não começarmos a tomar líquido quando sentirmos sede ou então esvaziar a caramanhola de 700 ml de uma só vez. Aconselhamos a ler sobre este assunto neste mesmo site em “Hidratação nos esportes”. Este artigo, que é importante para quem faz trilha, mostra a qualidade e a quantidade básica de líquidos que devemos ingerir para combater esta desidratação. Também mostramos o “porque” e os riscos que se corre quando não nos hidratamos convenientemente, além de algumas sugestões de como fazer estes líquidos. Desta forma vamos nos hidratar convenientemente e de uma maneira bem mais econômica. Vale a pena conferir&#8230;<br />
4- Musculação- Para melhorar a “performance”, fazer de forma rotineira e fora dos dias de treinamento o fortalecimento do quadríceps, isquiotibiais, panturrilha e glúteos. Por outro lado, como foi visto acima, não podemos nos esquecer de fazer o alongamento diário dos isquiotibiais, panturrilha e adutores devido à tendência de encurtamento destes grupos musculares para quem pratica ciclismo. O fortalecimento dos adutores e dos isquiotibiais assim como o equilíbrio muscular também colaboram para diminuir as lesões musculares. Para um melhor aproveitamento da força muscular destes grupos musculares, é de suma importância a posição correta do ciclista na bike assim como as características da mesma já comentadas anteriormente.<br />
5-Controle da freqüência cardíaca- É fundamental fazermos o controle da freqüência cardíaca ao pedalarmos. Deve ser feita uma avaliação prévia com um cardiologista. Em resumo, um indivíduo saudável e treinado que não tenha condições de fazer exames mais precisos como a ergoespirometria, pode recorrer à uma destas fórmulas derivadas da fórmula de Karvonen, para controlar a intensidade dos exercícios, como por exemplo   FCT=(FCM-FCR)X(% de intensidade) + FCR<br />
onde FCT é a freqüência cardíaca de treino, FCM é a freqüência cardíaca máxima (que pode ser calculada pela formula 220 – idade),  FCR é a freqüência cardíaca de repouso (freqüência que podemos medir antes de levantarmos da cama pela manhã) e % de intensidade é a porcentagem da freqüência cardíaca do limite inferior e superior da faixa de intensidade de exercício que desejamos, isto é, intensidade leve (50 a 70%), moderada (60 a 75 ou 80%) ou intensa (acima de 80 ou 85%)<br />
Exemplo- Vamos tomar como exemplo um ciclista de 40 anos e que tenha uma FCR de 44 bpm e que deseja fazer um exercício moderado mantendo a freqüência cardíaca entre 60 a 80% . Aplicando as fórmulas, vamos calcular a freqüência cardíaca máxima através da fórmula: FCM=220-40=180. Depois aplicar este resultado na fórmula para calcular o limite inferior de 60% ou seja, FCT=(180-44)X(O,6) + 44= 125 bpm e depois para o limite superior através da mesma fórmula  FCT=(180-44)X(0,8)+44=153 bpm , isto é, este ciclista de 40 anos para fazer um exercício moderado, deverá manter sua freqüência cardíaca entre 125 a 153 batimentos por minuto durante a pedalada.  Aconselhamos a adquirir um monitor cardíaco para pedalar e progredir em sua forma física de uma forma mais segura.<br />
Para quem é sedentário iniciar os exercícios de forma leve (em torno de 50%) e não ultrapassar 70% e ir aumentando gradativamente o tempo de exercício e o esforço físico, porém sempre após uma avaliação prévia com um cardiologista e de preferência ligado à Medicina Esportiva. Ler com mais detalhes sobre a freqüência cardíaca máxima, zona alvo de treinamento e também sobre a influência dos exercícios sobre a pressão arterial, sobre o humor (depressão, ansiedade, euforia,) sobre o aparelho cardiovascular, endorfinas, metabolismo da glicose, alimentação, etc. em “Benefícios dos exercícios aeróbicos” neste mesmo site<br />
Como já referimos anteriormente, estes dados são dirigidos ao esportista que faz trilha de forma moderada e com a finalidade de melhorar seu condicionamento físico. Estes princípios também são aplicados para aqueles que fazem trilha de forma mais leve, apenas para laser, passeio ou mesmo treinamento bem leve, porém ao usar uma cadência menor a velocidade também deverá ser menor e a marcha compatível com esta cadência, principalmente ao andar no plano e na subida, porém sempre lembrando que não deve sentir dor ao pedalar. Em outras palavras, precisa dominar bem o trio ”velocidade,marcha,cadência”. É como dizemos no nosso grupo ciclístico “Vai quem qué”, cujo site é vaiquemque.nafoto.net, vamos apenas girar o pedal, mas sempre de “olho” na freqüência cardíaca. Neste caso, ou mesmo quem faz uma trilha mais longa e com velocidade mais elevada, aconselhamos fazer uma “parada” de vez em quando para se hidratar, conversar, alongar-se, fazer fotos, etc. pois o objetivo, além do exercício é o laser.<br />
6- Dor no membro inferior- Como quase tudo na vida, um problema geralmente não é devido à um único erro, ,mas sim a uma somatória deles. Aqui também não é diferente. Assim, a dor ou uma tendinopatia é devida a uma somatória de erros. Vai desde um simples desvio constitucional de alinhamento dos joelhos e ou tornozelos que o ciclista pode ter que se soma a um tamanho inadequado da bicicleta, a uma técnica errada ou deficitária de pedalar, a um ajuste mal feito da posição do selim aliada a uma cadência baixa, aumento súbito de treinamento, uso excessivo, etç.  Exemplificando, um ciclista com uma bicicleta de tamanho inadequado e com selim baixo ou muito para frente e uma cadência baixa que precisa aumentar a força para pedalar. Com estes fatores, há uma alteração do arco de movimento do joelho e do pé e com isto, um aumento maior do esforço muscular para pedalar podendo causar dor. Com o uso excessivo isto se agrava. As regiões mais atingidas nestes casos são a região anterior da coxa, joelho, perna, tendão de Aquiles, região plantar do pé. Como é um movimento repetitivo, a manutenção destes erros costuma levar a uma tendinite destas regiões ou mesmo o surgimento de uma condromalácea de patela com conseqüente tratamento médico.<br />
7- formigamento nas mãos- É o resultado da compressão dos nervos mediano e ou ulnar na região ventral do punho pelo posicionamento e compressão do mesmo na manopla do guidão. Não se trata de problema circulatório, mas sim da compressão dos referidos nervos na região ventral do punho e que é chamada síndrome do canal do carpo e ou ulnar do carpo respectivamente. Com esta alteração da sensibilidade dos dedos, as mãos podem “escapar” das manoplas ao passar em terrenos que trepidam muito ou em alguma erosão e com isto sofrer queda perigosa da bicicleta. Na época de muito frio, algumas pessoas que têm o que denominamos fenômeno de Raynaud ou mesmo a doença de Raynaud, ficam com os dedos muito pálidos ou cianóticos (arroxeados) diminuindo muito a sensibilidade nos mesmos, podendo ocorrer o mesmo problema anterior. Nestes casos, proteger bem os dedos com luvas inteiras para minorar este problema e procurar auxilio médico.</p>
<p>8- Alimentação- Assim como a hidratação, a alimentação, é de extrema importância em qualquer esporte, inclusive no ciclismo. Ler em “benefícios do esporte” sobre o assunto onde é mostrado o que comer, quando e noções sobre o metabolismo da glicose, lipídeos e proteínas além de um pequeno relato sobre as endorfnas No entanto, para uma orientação segura neste assunto aconselhamos uma consulta com um nutricionista à respeito.</p>
<p>Dicas para quem não está acostumado a fazer trilha. Ao atravessar um “areião” temos que cumprir alguns itens para conseguir atravessa-lo sem muito esforço físico.<br />
1-    Mude a marcha para uma das mais “leves” antes de entrar na areia e não durante.<br />
2-    Procure jogar o corpo para traz para “aliviar” o peso na roda da frente para evitar “enterrar” a roda dianteira na areia.<br />
3-    Fique o mais firme possível com o guidão, tentando andar em linha reta.<br />
4-    Quando o trecho de areia é relativamente pequeno, em lugar de colocar uma marcha mais leve, vale a pena aumentar a velocidade e entrar “firme”e forte para atravessa-lo e na medida do necessário mudar as marchas no hora certa.<br />
5-    Pneu um pouco mais vazio atravessa melhor a areia.<br />
6-    Cuidado com o “barro”. Normalmente entre o final de uma descida e o início da subida frequentemente há um acúmulo de areia que logo após a chuva se transforma em barro e ao “embalarmos” para subir mais fácil, o barro pode tomar a direção e sofrermos queda violenta.<br />
7-    Cuidado ao correr em descidas onde há erosão do terreno, irregularidades grosseiras na pista, pedras, etc. que podem causar perda do equilíbrio e queda violenta, sendo as mais freqüentes trauma de crânio, fraturas na coluna cervical, arcos costais, luxação acrômio-clavicular, fratura do antebraço, etc.’<br />
Conclusão- A bicicleta tem que ter tamanho adequado, selim deve estar posicionado de forma correta, guidão e comprimento do eixo do pedal devem estar em conformidade com nosso porte. As demais características da bicicleta principalmente o peso, além do freio, amortecedores e demais componentes da mesma, auxiliam muito no desempenho do ciclista e consequentemente influem no aparecimento das dores. Uma vez estando com a bicicleta correta (de preferência leve) e bem posicionado sobre ela, temos que saber manejar bem o trio “câmbio-velocidade-cadência”, controlar nossa freqüência cardíaca, não descuidarmos da hidratação e não esquecermos de fazer os alongamentos, o aquecimento e a desaceleração ao pedalar. A musculação e uma alimentação adequada também auxiliam neste e em outros esportes. Também nunca é demais lembrar que ao pedalar sob o sol é necessário usar protetor solar, principalmente no rosto, para evitar câncer de pele. Não se esqueça de fazer uma avaliação com seu cardiologista antes de começar a pedalar, pois é somente através de uma consulta médica especializada e acompanhada de exames complementares é que ele irá julgar se você pode ou não pedalar, além de lhe dar informações sobre o controle da freqüência cardíaca ligadas ao monitor que você deve utilizar ao pedalar. Alem disto é bom procurar um nutricionista e um professor de Educação física ou um fisiologista que irão dar uma orientação mais detalhada sobre os assuntos que lhes competem Não se esqueça que qualquer atividade física, inclusive bicicleta, deve ser feita de maneira gradativa e crescente para evitar uma série se distúrbios.  Por outro lado, convém lembrar que ao fazer uma trilha, deve levar alguns equipamentos, tais como bolsa sob o selim para guardar algumas ferramentas, “pochete” para guardar entre outras coisas a chave de casa e celular envolto em plástico para proteção contra chuva, algum dinheiro, etç  Também não esquecer de levar barras de cereal ou bananas (fontes de hidratos de carbono e potássio), uma câmara de ar nova de reserva, cola e remendos, bomba de ar, celular, chave de corrente, chave de raio, Power link, caramanhola e ou Camelbak para hidratação, além do uso de calção almofadado próprio para pedalar, camisa de cor clara e folgada, óculos de proteção, capacete e luvas. De posse destes dados é só pegar a bike e&#8230;bom pedal.</p>
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		<title>BICICLETA ESTACIONÁRIA</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EXERCÍCIOS COM BICICLETA ESTACIONÁRIA Em nossa clínica utilizamos a técnica de exercícios para bicicleta estacionária semelhante à de uma bicicleta comum e que será descrita a seguir. Esta técnica, enriquecida de mais detalhes, é utilizada na bicicleta tipo moutain bike &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/bicicleta-estacionaria">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EXERCÍCIOS COM BICICLETA ESTACIONÁRIA</p>
<p>Em nossa clínica utilizamos a técnica de exercícios para bicicleta estacionária semelhante à de uma bicicleta comum e que será descrita a seguir. Esta técnica, enriquecida de mais detalhes, é utilizada na bicicleta tipo moutain bike ou speed e pode ser vista no mesmo site em “Bicicleta- ergonomia e técnica básica”, onde se pode ver qual o tamanho ideal da bicicleta para cada pessoa, posição do selim, posição do guidão, posicionamento do ciclista, etc. além da maneira correta de pedalar. Achamos importante usar uma técnica correta, pois estes exercícios quando são feitos de maneira inadequada podem acarretar, em lugar de benefícios, distúrbios como condromlácea femoro-patelar, tendinopatias, dores musculares, tibialgia, dor no quadril, nos pés, etc.</p>
<p><strong>Técnica para bicicleta estacionária</strong></p>
<p>Antes de iniciar os exercícios, deve fazer uma avaliação com um cardiologista para ver se tem condições de faze-lo.</p>
<ul>
<li>·        Altura do selim- Regule o selim para uma altura tal que, ao “esticar” os joelhos com o pedal embaixo, fique o mesmo com 10 a 15 graus de flexão (quase todo estendido). Pedalar com a parte da frente dos pés.</li>
<li>·        Alongamentos- Normalmente o aquecimento precede o alongamento, porem nas pessoas operadas recentemente do joelho, pode-se iniciar pelo alongamento rápido, que vai servir apenas para “acordar” os músculos que irão trabalhar. Inicie com alongamentos rápidos (3 a 5 seg) da panturrilha (foto1), do quadríceps(foto 2), dos isquiotibiais que pode ser feito como  na foto 3 que  alonga ao mesmo tempo a panturrilha e os isquiotibiais ou como na foto 4, que é como os esportistas alongam os isquiotibiais pouco antes de pratica do esporte. O alongamento dos adutores pode ser feito como na foto 5 que alonga ao mesmo tempo os adutores e os isquiotibiais. Sustentar os tendões alongados suavemente sem dor e sem balançar em torno de 03 a 05 segundos.</li>
<li>·        Aquecimento- A seguir, iniciar os movimentos com o pedal <strong>devagar</strong> e <strong>sem</strong> carga (ou carga mínima) até sentir que os músculos estejam aquecidos, o que gira em torno de 5 minutos. A seguir pode ser feito o alongamento do tipo suave (15 seg.).</li>
</ul>
<p><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc5.jpg"><img title="alongamento1" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc5.jpg" alt="" width="252" height="336" /></a><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc6.jpg"><img title="posicao 1" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc6.jpg" alt="" width="252" height="336" /></a></p>
<p><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc7.jpg"><img title="posicao 2" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc7.jpg" alt="" width="252" height="205" /></a><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc8.jpg"><img title="posicao 3" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc8.jpg" alt="" width="252" height="205" /></a><a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc9.jpg"><img title="posicao 4" src="http://www.ortoclinicabauru.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bc9.jpg" alt="" width="252" height="205" /></a></p>
<p>Exercício propriamente dito- Para artrose de joelho, o exercício pode ser feito como no aquecimento (com uma carga mínima tipo CPM). A seguir comece apertar a carga da bicicleta ergométrica de forma lenta e gradativa até atingir onde sentir-se bem e permanecendo assim até o final ou podendo também alternar diminuindo e aumentando a carga pelo tempo prescrito, como se fosse um passeio de bicicleta comum com subidas e descidas, desde que não tenha problemas cardíacos ou sinta dor nas coxas. Costuma-se iniciar com 10 minutos e ir aumentando <strong>gradativamente </strong>até o tempo desejado.<strong> </strong>Nas pessoas com osteoartrose de joelho é melhor permanecer no mínimo de carga como se fosse uma CPM, isto é, girando apenas o pedal com o mínimo esforço.</p>
<ul>
<li>·        Desaceleração- Nos últimos minutos, pedalar de forma bem leve.  Ao terminar, fazer novamente os alongamentos do tipo suave ou mesmo dependendo da idade e do esforço do exercício, fazer do tipo progressivo (30 seg.).</li>
<li>·        Para maiores detalhes sobre alongamento, aquecimento e desaceleração consultar no mesmo site “<strong>Alongamentos”.</strong></li>
<li>·        Nos casos operados de artroscopia do joelho, além de fazer tudo igual aos itens anteriores, fazer também<strong> 20 minutos bolsa de gelo no final</strong>.
<ul>
<li>·        Caso tenha dores musculares nas coxas, diminua a carga ou o tempo de exercícios ou tente o alongamento do quadríceps no meio do exercício além de faze-lo no final. Caso não melhore, retorne à consulta.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Melhor fazer 2 vezes ao dia de forma moderada do que 1 vez ao dia de forma intensa.</p>
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		<title>BENEFÍCIOS DOS EXERCÍCIOS</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
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		<description><![CDATA[BENEFÍCIOS DOS EXERCÍCIOS &#160; Os exercícios físicos aeróbicos, como por exemplo o ciclismo e a caminhada, quando realizados de uma forma regular nos trazem muitos benefícios e que serão expostos a seguir. Estes benefícios são decorrentes de uma série de &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/beneficios-dos-exercicios">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BENEFÍCIOS DOS EXERCÍCIOS</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p><em>Os exercícios físicos aeróbicos, como por exemplo o ciclismo e a caminhada, quando realizados de uma forma regular nos trazem muitos benefícios e que serão expostos a seguir. Estes benefícios são decorrentes de uma série de modificações estruturais (anatômicas) e adaptações funcionais de   várias partes do nosso organismo, como as alterações hormonais e   enzimáticas, as alterações estruturais e funcionais no coração e vasos   sanguíneos,nas fibras musculares,etç. Vamos começar com as endorfinas,   que são uma das substancias “fabricadas” pelo nosso organismo quando   realizamos exercícios físicos. </em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Endorfinas-</em></strong><em> São substâncias fabricadas pelo nosso organismo, mais especificamente   no cérebro sob a ação de alguns estímulos, dentre eles, o exercício.   Atribui-se às endorfinas uma série de ações, entre as quais a sensação   de euforia, de bem estar e prazer. Atua também melhorando a depressão e   ansiedade,na melhoria do estado de espírito e na diminuição da   dor.Melhoram nossa disposição física e mental e nosso sistema   imunológico. Não se sabe bem quanto tempo esta substancia fica na   corrente sanguínea causando estas e outras ações. Também não se sabe ao   certo a &#8216;intensidade e a duração dos exercícios físicos que são   necessários para alterar os níveis destas substancias no sangue para   obtermos estas ações. Outro fato interessante é a provável dependência   que criamos desta substância e que se manifesta por uma sensação   esquisita e desagradável, aquele algo que está faltando dentro de nós   quando, por alguma razão, não praticamos o exercício que estamos   acostumados a fazer de rotina. É como se fosse uma crise de abstinência   que nos obriga a fazer exercícios para sairmos daquele estado   desagradável. Achamos que é uma ótima dependência, pois para fabricarmos   esta “droga” que nos causa prazer, necessitamos fazer exercícios que   são extremamente benéficos para nosso organismo e que serão vistos a seguir. </em></p>
<p><strong><em>Glicose-</em></strong><em> É a nossa fonte de energia que circula pelo organismo. É armazenada  no fígado e nos músculos sob a forma de glicogênio. Quando necessitamos   de energia para pedalar, o glicogênio é transformado em glicose, a  qual  sofre uma série de reações químicas bastante complexas liberando a   energia que o músculo necessita para trabalhar.  A  nossa fonte de  glicose são os alimentos que contêm hidratos de  carbono,também chamados  de carboidratos ou açúcares como as massas,  açúcar, pão, batata, etc. O  nível de glicose no sangue é chamado de  glicemia. A glicose é  fundamental para nossos músculos, para as células  do sistema  nervoso,para os glóbulos vermelhos, etc. Sua diminuição no  sangue  (hipoglicemia) à níveis muito baixos é muito perigoso para as células do sistema nervoso central,   podendo causar sudorese, palidez, tremores, fraqueza, sensação de  fome,  náusea, vômito, convulsões e caso não possa ser atendido de forma   conveniente,pode ocorrer coma e morte. É exatamente por este motivo a   importância da manutenção da glicemia  durante os exercícios  prolongados. Nosso organismo sabiamente prioriza  nossas necessidades,  captando com maior rapidez a glicose para o  sistema nervoso central que  para o músculo, porem como nossa massa  muscular total é bem maior que a  do sistema nervoso central,durante o  exercício há uma maior captação de  glicose pelos músculos e com isto  uma diminuição do nível de glicose no  sangue podendo alcançar níveis  baixos de glicemia que será o fator  determinante da fadiga muscular.  Com isto, o atleta para o exercício e  desta forma a glicose é  direcionada para o sistema nervoso central. Este  fato ocorre porque a  glicose entra no músculo não somente pela ação da  insulina, mas também  pela contração muscular. O consumo de alimentos ou  suplementos ricos em  carboidrato durante  o exercício com  bicicleta é indicado quando pedalamos em intensidade  moderada,como em  uma atividade não competitiva, tipo trilha, distante  do limiar  anaeróbico. È interessante ler os trabalhos de Bergstrom à  respeito da restrição seguido do alto consumo  de carboidratos nos dias que antecedem o exercício prolongado,causando   aumento da reserva de glicogênio muscular e com isto aumento da   resistência ao esforço e retardo da fadiga muscular. Como a contração   muscular, da mesma forma que a insulina, promove a captação da glicose   pelo músculo, quando ocorrem de forma concomitante seus efeitos se somam aumentando a captação da glicose e com isto desencadear a chamada hipoglicemia reativa. Devido à este fato, devemos nos alimentar no mínimo 30 a 40 minutos antes de   pedalar. É aconselhável procurar um especialista em nutrição ou   endocrinologista especializado no assunto para poder pedalar com   segurança. </em></p>
<p><strong><em>Glicogênio</em></strong><em>- É a forma pela qual a glicose é armazenada  no fígado e nos músculos. È transformada em glicose quando pedalamos ou   quando as células do sistema nervoso central necessitam de glicose. É   por assim dizer, nosso tanque de combustível. Nos indivíduos treinados (atletas)há um acúmulo maior de glicogênio armazenado do que nos indivíduos não treinados. O treinamento físico aeróbico, como a bike, aumenta a reserva de glicogênio muscular e este aumento é um fator muito importante na prevenção da fadiga muscular durante o exercício prolongado.   Quando se tem pouco glicogênio armazenado nos músculos e fígado, como   nos sedentários,ao ser realizado um exercício prolongado há um consumo   maior de proteínas celular com conseqüente comprometimento das   estruturas proteicas, além da fadiga muscular precoce. Em outras   palavras,a resistência ao esforço físico está intimamente ligado à concentração de glicogênio no início do esforço.  Em conclusão, quem tem maior concentração de glicogênio, pedala mais e com maior segurança. </em></p>
<p><strong><em>Gorduras-</em></strong><em> É também uma fonte de energia que usamos para pedalar, vindo tanto da   gordura muscular como dos tecidos gordurosos que possuímos. Esta energia   vem de uma série de reações químicas complexas e se entrelaça com as   reações químicas (metabolismo) da glicose para fornecer energia. Em um   indivíduo treinado, devido a uma adaptação metabólica, há um aproveitamento grande das gorduras para poupar a glicose  que nos é tão importante, como foi visto acima em relação ás células do   sistema nervoso central e com isto um retardo na fadiga muscular. </em></p>
<p><strong><em>Proteínas-</em></strong><em> São constituídas de aminoácidos e também é uma fonte de energia que o   nosso organismo pode usar. Juntamente com as gorduras (ácidos graxos) e a   glicose, fornece energia para o funcionamento muscular, também através   de uma série complexa de reações químicas que se entrelaça com o   metabolismo da glicose e dos ácidos graxos(gorduras). </em></p>
<p><strong><em>Energia</em></strong><em> – A energia que necessitamos para pedalar vem de uma série de reações   químicas complexas de substratos como os hidratos de carbono(açúcares),   gordura e proteínas que se realizam no interior da fibra muscular e que chamamos de metabolismo. A participação de cada um destes substratos que participam nestas reações químicas para fornecer energia para os músculos, isto é, as quantidades relativas de carboidratos, gorduras e proteínas é influenciada, além da reserva de glicogênio, principalmente pela intensidade e duração  do exercício, como por exemplo um exercício moderado e longo e um   exercício intenso e curto.Como já foi comentado, em um indivíduo   sedentário a proporção destes substratos para o fornecimento de energia   é diferente de um atleta.</em></p>
<p><em> <strong>Colesterol-</strong> Os exercícios aeróbicos contribuem para melhorar os níveis de   colesterol, porém depende também da duração, intensidade e freqüência   dos mesmos. </em></p>
<p><strong><em>Triglicérides-</em></strong><em> Da mesma forma que o colesterol,os exercícios físicos também contribuem para melhorar os níveis dos triglicérides. </em></p>
<p><strong><em>Coração-</em></strong><em> Em indivíduos treinados, há uma hipertrofia da parede posterior do ventrículo esquerdo e do septo interventricular e um aumento do débito cardíaco  que irá influenciar, como será visto mais adiante, na pressão arterial,   na quantidade de oxigênio e substratos a serem enviados para a fibra   muscular.</em></p>
<p><strong><em>Músculos-</em></strong><em> Há um aumento da rede vascular ao nível da fibra muscular e um aumento das mitocôndrias no interior das mesmas. Mitocôndrias são organelas que se situam dentro  da fibra muscular, no interior  das quais se dá a oxidação(“queima”) da glicose das gorduras e das   proteínas para fornecer energia para os músculos trabalharem.É portanto o   local onde se dá a oxidação dos substratos para nos dar energia no   chamado ciclo de Krebs. Devido ao aumento da capilarização (aumento de   pequenos vasos que são denominados capilares) na fibra muscular, há um aumento da quantidade de sangue que entra na fibra muscular e com isto um aumento da oferta  de substratos e de oxigênio para serem “queimados” para fornecer   energia aos músculos. Devido também ao aumento das mitocôndrias há   conseqüentemente um aumento da oxidação dos substratos e com uma maior eficiência. Em outras palavras, devido à estas alterações adaptativas no atleta, como o aumento da quantidade de oxigênio e de “combustível” além do aumento do local onde se faz a combustão, há um aumento de fornecimento de energia à fibra muscular e com uma maior eficiência na oxidação dos substratos. </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Benefícios dos exercícios nos indivíduos treinados-</em></strong></p>
<p><strong><em>1-</em></strong><em> No atleta há uma maior tolerância ao exercício.  O atleta tem uma maior reserva de glicogênio muscular e com isto um retardo à fadiga e portanto uma maior tolerância ao exercício, isto é, quem tem maior reserva de glicogênio pedala mais. </em>Este fato é devido ao treinamento físico aeróbico promover aumento de captação da glicose pelo tecido muscular que se transforma em glicogênio e com isto aumentar a reserva de glicogênio muscular e hepático.</p>
<p><strong><em>2-</em></strong><em> Reafirmando por outra razão-“No atleta há uma maior tolerância ao exercício”- Por outro lado, o  atleta apresenta um aumento da vascularização nos músculos e aumento da   densidade de mitocôndrias no interior das células musculares</em>,   Com o aumento da vascularização na fibra muscular há um aumento da   oferta de oxigênio e dos substratos para serem “queimados” no interior   das mitocôndrias onde, agora em maior número, são capazes de aumentar a “queima” da glicose e com maior eficiência. Como conseqüência, teremos uma maior e melhor  oxidação dos substratos e com isto, maior tolerância ao exercício. Em   outras palavras, mais uma adaptação anatômica e fisiológica para   pedalamos por mais tempo.</p>
<p><strong><em>3</em></strong><em> Novamente por outro motivo-  No atleta há uma maior tolerância ao  exercício- ou seja, retardo da  fadiga precoce e não interrupção precoce  do exercício.Este fato é devido  o atleta, durante os exercícios prolongados, apresentar uma redução na utilização de carboidratos, um aumento   da utilização das gorduras, uma menor produção de ácido lático.e um   limiar de lactato mais elevado, isto é, um atleta atinge o limiar de   lactato numa intensidade de exercício maior que um indivíduo não atleta. </em>Devido provavelmente à uma<em> </em> adaptação metabólica nos atletas em favor das gorduras em relação à glicose, assim como uma maior eficiência na oxidação da glicose, e uma maior eficiência na reutilização do ácido lático que causaria uma redução do pH celular e sanguíneo, há uma economia de glicogênio aumentando a capacidade de realização do exercício. Com isto, ha um retardo tanto da fadiga precoce como da interrupção precoce do exercício.</p>
<p>Observação- A diminuição do pH causada pelo ácido lático é um fator que limita a produção de energia  durante o exercício físico por interferir na inibição de enzimas   metabólicas e na ventilação pulmonar. Conseqüentemente, sua reutilização   é benéfica para o esportista.</p>
<p><strong>4-</strong> Redução da p<em>ressão arterial- Há uma redução da hipertensão nos indivíduos hipertensos e prevenção da hipertensão nos indivíduos normotensos. </em> Os exercícios de bicicleta feitos de maneira moderada e de forma regular na freqüência mínima de três vezes por semana e de 30 a 60 minutos, após um período que pode variar de 10 semanas a 6 meses, começa a contribuir para a redução da pressão arterial nos hipertensos e um menor risco de desenvolver hipertensão em indivíduos saudáveis. È um fator coadjuvante no tratamento da hipertensão.</p>
<p><strong><em>5-</em></strong><em> Menor aumento da pressão arterial durante o exercício-.</em> Esta fato é devido no indivíduo treinado haver uma queda da resistência vascular periférica.</p>
<p><strong><em>6-</em></strong><em> A freqüência cardíaca de repouso diminui no atleta- FCR é a freqüência cardíaca quando estamos repousando.É medida pela manhã antes de levantarmos da cama. É menor no atleta que no sedentário. </em></p>
<p><strong><em>7-</em></strong><em> Atenuação da freqüência cardíaca durante o exercício- </em>Devido às modificações anatômicas e funcionais no indivíduo treinado, nosso coração bate mais devagar durante os exercícios em relação a um indivíduo sedentário sem modificar o débito cardíaco,isto é, sem modificar o volume de sangue ejetado a cada sístole (“a cada contração do coração”)</p>
<p><strong><em>8</em></strong><em>- Aumento do débito cardíaco máximo-</em> DCM- é a freqüência cardíaca máxima multiplicada pelo volume sistólico   máximo,ou seja, é o produto da FCM pelo volume máximo de sangue ejetado  a  cada sístole (contração do ventrículo). Pode atingir o dobro do valor de um indivíduo sedentário.</p>
<p><strong>9</strong>- <em>Ligeiro aumento de hemoglobina.</em> Este fato favorece o transporte de oxigênio para a fibra muscular.</p>
<p><strong>10-</strong> <em>Contribuem </em>para melhorar os níveis de colesterol e de triglicérides.</p>
<p><strong><em>11-</em></strong><em> Sensação de bem estar e prazer, euforia, melhora da depressão e ansiedade e do estado</em> <em>de espírito.</em> Este fato é devido á produção de endorfinas durante os exercícios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>- Resumindo tudo</em></strong><em>-   Além do exercício aeróbico ser um tratamento coadjuvante da  hipertensão  e de nos dar uma sensação de euforia e bem estar, também é  um  tratamento coadjuvante da ansiedade e depressão e da grande maioria  das  doenças degenerativas que estão associadas à vida sedentária e ao   envelhecimento. O Treinamento aeróbico, como o bicicleta, realizado regularmente ( 3 a 5 vezes por semana) e de forma moderada, com o decorrer do tempo provoca um<strong> </strong>“fortalecimento”   do coração,uma diminuição da freqüência cardíaca de repouso(nosso   coração “bate” mais devagar em relação ao do sedentário), uma atenuação   da taquicardia durante o exercício sem modificar o débito  cardíaco(nosso  coração “bate”mais devagar que o do  sedentário durante  o exercício mantendo a mesma quantidade de sangue que sai do coração   por  minuto), aumento da densidade dos capilares(aumento no número de   pequenos vasos sanguíneos) nos músculos esqueléticos e um aumento das   mitocôndrias nos mesmos. Também provoca aumento  do débito  cardíaco máximo (produto da freqüência cardíaca máxima pelo  volume  máximo de sangue ejetado a cada sístole ventrículo), aumento do consumo máximo de oxigênio(</em><em>VO</em><em>2). Observação- Atingimos o VO2 quando o consumo de oxigênio atinge um platô durante um exercício dinâmico, mesmo que a potencia do exercício continue sendo aumentado. O exercício também provoca a queda da resistência vascular periférica com menor aumento da pressão arterial durante o exercício, aumento discreto da hemoglobina, aumento da reserva do glicogênio  muscular, maior eficiência na oxidação da glicose durante os   exercícios,aumento na utilização das gorduras e diminuição da utilização   dos carboidratos e uma menor produção de ácido lático associada a uma   maior eficiência na sua remoção, aumento da oferta de oxigênio e de   substratos à serem oxidados.Contribuem também para melhorar os níveis de   colesterol e triglicérides. Como conseqüência, conseguimos realizar um   exercício numa intensidade maior e mais elevada, mantendo a  homeostasia  do organismo (manutenção do pH, glicemia, etç.),   retardando a instalação da fadiga e com um melhor desempenho esportivo. </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Freqüência cardíaca máxima</em></strong></p>
<p>Para podermos fazer trilha de bicicleta, é necessário fazer antes  uma avaliação com um cardiologista e de preferência ligado à Medicina   do Esporte, onde além de uma série de exames, medidas e testes, faz   também o teste ergoespirométrico fornecendo desta forma a medida do   consumo máximo de oxigênio, a identificação do limiar anaeróbio, a   observação do comportamento da pressão arterial em exercício,etc.. A   partir destes dados é que vai liberar ou não o candidato para praticar o   ciclismo, além de prescrever a intensidade do exercício, por quanto   tempo pedalar, quantas vezes por semana, etc. Quando não for possível a   aplicação destes testes, existem algumas alternativas que podem ser   aplicadas em indivíduos sadios,  como a formula de Karvonen, as  tabelas de Londeree e fox, etc. Nestes  casos, é usada a freqüência  cardíaca máxima como parâmetro para  orientar o esportista nos  exercícios.</p>
<p><em>Freqüência cardíaca máxima</em> (FCM) é o número máximo de batimentos cardíacos que se pode admitir em   um trabalho aeróbico, acima do qual corremos riscos. É medida em   batimentos por minuto (bpm). Ela é usada com muita freqüência pelos   esportistas para controle dos exercícios devido à sua praticidade.  Depende da idade e não do treinamento físico.</p>
<p><em>Freqüência cardíaca de repouso</em> (FCR)- É a freqüência cardíaca quando estamos repousando, sendo que a   melhor maneira de medi-la é logo de manhã antes de levantarmos da cama.</p>
<p><em>Freqüência cardíaca de treino</em> (FCT) a freqüência cardíaca em que o exercício deve ser realizado.</p>
<p><em>Zona alvo de treinamento</em>- É uma faixa de freqüência cardíaca que está situada entre um limite inferior mínimo para o treinamento ser eficaz e um limite superior que é variável e que depende da intensidade  do exercício que iremos fazer, isto é, intensidade leve, moderada ou   intensa. Desta forma, faremos uma programação para termos uma boa tolerância e que deverá se manter  durante os exercícios. De acordo com o Colégio Americano de Ciências do   Esporte, a zona alvo de treinamento para indivíduos treinados é de 60 a   90% da FCM e para os indivíduos sedentários iniciar com 50% da FCM.</p>
<p><em>Intensidade</em> <em>do treinamento-</em> Pode ser determinada por intermédio do uso de fórmulas nas quais são   usadas a freqüência cardíaca máxima e a zona alvo de treinamento. Como a   freqüência cardíaca máxima depende da idade  e não do treinamento  físico, vamos mostrar algumas fórmulas que podem  ser usadas, baseadas  na idade, para aqueles indivíduos sadios e que não  possam fazer os  testes já comentados. Vamos tomar com exemplo um  indivíduo treinado e de  40 anos e cuja zona de treinamento que queremos é de 60 a 90% . Começando com a mais simples:</p>
<p><strong><em>FCM=220- idade</em></strong><strong>.</strong></p>
<p>FCM será 220-40=180 bpm.  A zona alvo será de 60% de180 (ou seja,108 bpm) e de 90% de 180 que é 162 bpm. Portando sua zona alvo será de 108 a 162 bpm.</p>
<p>Outra opção,é usar uma formula baseada na formula de Karvonen, ou seja,</p>
<p><strong><em>FCT=(FCM-FCR) X (% de</em></strong><strong> <em>intensidade)+FCR</em></strong></p>
<p><em> </em>em que <em>(% de intensidade)</em> é a porcentagem da freqüência cardíaca recomendada para o limite   inferior e para o limite superior da zona alvo de treinamento. Supondo   que sua FCR seja de 60 batimentos por minuto(bpm), sua freqüência   cardíaca de treino será-</p>
<p>FCT=(180-60)X(0,6)+60=132 para o limite inferior e FCT=(180-60)X(0,9)+60= 168 bpm para o limite superior. Sua zona alvo de treinamento será de 132 a 168, que é um pouco diferente da calculada anteriormente. Outra fórmula para o cálculo da FCM:</p>
<p><strong>FCM=198- (0,42x idade)</strong></p>
<p>Calculando teremos: FCM será de 181 bpm. A zona alvo será de 108 a 163.</p>
<p>Outra formula que alguns usam para o ciclismo masculino</p>
<p><strong>FCM=220-(0,72 x idade)</strong></p>
<p>Calculando, teremos: FCM é 191.e a zona alvo é de 114 a 172.</p>
<p>Há   quem divida esta zona em zonas de treinamento leve, moderado e intenso  e  que pode ser utilizada de acordo com o objetivo, ou seja,</p>
<p>Leve-   Para os sedentários. iniciar com zona alvo de 50% a 70% e ir  aumentando  gradativamente de acordo com seu personal trainer ou seu  médico  cardiologista</p>
<p>Moderado-  Para os esportistas que fazem trilha para condicionamento físico e  emagrecimento.  Manter a zona alvo em torno de 60 a 80%</p>
<p>Intenso-   Para os esportistas que visam potência, velocidade, etç, Manter zona   alvo de 60 a 90% porem sempre supervisionados pelo seu médico ou   personal trainer.</p>
<p><em>Duração- N</em>o   condicionamento físico é inversamente proporcional à intensidade do   exercício Isto quer dizer que se quisermos perder peso ou aumentar nossa   resistência à fadiga, a duração é prolongada e a intensidade é de baixa a moderada. No caso de optarmos por velocidade, força e potencia é o inverso.</p>
<p><em>Freqüência- D</em>eve ser feito no mínimo  de 3 vezes por semana para podermos nos beneficiar das modificações   fisiológicas no sistema cardiovascular e neuromuscular que em geral irão   aparecer após 10 semanas a 6 meses de treinamento.</p>
<p>Finalizando,   de posse de tudo que foi dito, desde a ergonomia, hidratação,   alongamentos, metabolismo energético até a freqüência cardíaca máxima,   temos que tirar as dúvidas e aumentar o conhecimento através de   consultas com os especialistas em cada setor, ou seja, cardiologistas,   nutricionistas, fisiologistas, professores de Educação Física e demais   profissionais relacionados à este esporte e começar a pedalar para poder   usufruir de tantos estes e outros benefícios que a bike pode nos   oferecer, além da alegria e do companheirismo que certamente ela nos irá   dar.</p>
<p><strong>Finalizando e resumindo</strong><strong>,</strong> podemos dizer que os exercícios aeróbicos (como por exemplo a trilha   com bicicleta), previnem os processos degenerativos que estão associados   ao sedentarismo e ao envelhecimento. Através destes exercícios e   realizados da forma descrita, recebemos um banho de endorfinas que vão   nos dar prazer, felicidade e um “chega prá lá” na depressão e ansiedade   além de prevenir e auxiliar o tratamento da hipertensão. Há também uma   evidente melhora do sistema cárdio-vascular e respiratório além de um   fortalecimento muscular. Contribuem para melhorar os níveis de   colesterol e dos triglicérides. É um poderoso auxiliar no tratamento da   artrose dos joelhos. Produz também modificações funcionais adaptativas   do sistema endócrino (glândulas de secreção interna) com alterações na   produção de hormônios e enzimas que interferem no metabolismo  energético  que nos ajudam a pedalar mais e melhor. Por outro lado,  iremos aumentar  a “roda de amigos”, além da manutenção da saúde com uma  qualidade de  vida melhor. Se é verdade que a criança aprende por  imitação, no mínimo  estamos dando exemplo aos nossos filhos e futuros  netos desta velha  lição: <strong><em>exercício é saúde</em></strong> e longe das drogas pois as mesmas danificam nosso organismo e acabam por nos afastar dos exercícios que nos dão saúde e prazer. VAMOS PEDALAR&#8230;</p>
</div>
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		<title>ÁGUA NO JOELHO</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ÁGUA NO JOELHO É um aumento da quantidade do líquido que normalmente existe no interior dos joelhos, denominado líquido sinovial. Na verdade não é somente um aumento na quantidade deste líquido, mas também há uma alteração na qualidade e em &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/agua-no-joelho">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ÁGUA NO JOELHO</p>
<p>É   um aumento da quantidade do líquido que normalmente existe no interior   dos joelhos, denominado líquido sinovial. Na verdade não é somente um   aumento na quantidade deste líquido, mas também há uma alteração na qualidade e em algumas características físicas do mesmo, como veremos mais adiante.</p>
<p>Vamos a uma primeira pergunta:<br />
<strong> O que é o líquido sinovial e onde ele é “fabricado”?</strong></p>
<p>O   líquido sinovial é um líquido encontrado no interior das articulações   de nosso organismo. É produzido tanto pelas células da membrana   sinovial, que é uma membrana que reveste internamente as articulações,   como pela circulação sangüínea desta membrana. Na formação deste líquido   esta membrana fornece uma substância chamada ácido hialurônico e  certas  proteínas, ao passo que a circulação sangüínea desta membrana  fornece  os eletrólitos, algumas células , glicose, etc.</p>
<p>Vamos a outra pergunta:</p>
<p><strong> Como é o líquido sinovial normal que existe dentro de nossos joelhos e qual sua diferença com “água” no joelho?</strong></p>
<p>O   líquido sinovial normal é um líquido transparente de cor amarelo palha   com o pH médio em torno de 7,38. É composto, como vimos acima, de  água,  eletrólitos, ácido hialurônico, proteínas, glicose, etc. Estes e  outros  componentes que existem no líquido sinovial, assim como suas   propriedades físicas tais como a transparência, côr, pH, viscosidade,   elasticidade,  podem se alterar nas diversas doenças e nos traumas que atingem esta articulação. <em>É a este líquido com suas características alteradas, inclusive em sua quantidade, que denominamos</em> <em>“água” no joelho.</em> Pode causar problemas como veremos mais adiante. Para nós ortopedistas, a presença de “água” no joelho indica que há um distúrbio  dentro desta articulação, seja como conseqüência de um trauma como a   ruptura de meniscos, ou uma doença que atinge o joelho como nas   artrites, artrose, etc. aumentando de 2 ml para 20, 40, 80, 100 ml   causando, entre outras coisas, dor e desconforto em nossos joelhos.</p>
<p>- <strong>Quanto deste líquido sinovial temos normalmente dentro dos nossos joelhos e para que serve este líquido?</strong></p>
<p>Normalmente temos cerca de <strong>2 ml</strong> de líquido sinovial dentro do joelho . Temos algumas funções importantes deste líquido, entre as quais, a de lubrificar  as superfícies articulares para diminuir o atrito entre ambas as   superfícies articulares e assim podermos movimentar bem nossos joelhos,   deslizando uma superfície articular sobre outra.  Também participa da diminuição do impacto entre estas superfícies articulares. Uma função muito importante do líquido sinovial e que não pode ser esquecida é a nutrição e portando a vitalidade  da cartilagem articular e parte dos meniscos. É muito importante a   vitalidade desta cartilagem articular, pois sua degeneração, seu   “desgaste” leva à uma doença  conhecida como artrose.</p>
<p>- Podemos “tirar” a água do joelho para exames laboratoriais?</p>
<p>É   o que fazemos diante de um joelho com um derrame articular que não   sabemos a causa, pois “água” no joelho não é doença, mas sim um sintoma   de alguma doença ou trauma que atingiu o joelho e que para um  tratamento  ideal, devemos pesquisar sua causa. Colhemos esta “água” com  seringas e  agulhas com técnica apropriada e a enviamos ao laboratório  de análise  para pesquisa de uma série de itens.</p>
<p>- Porque surge “água” no joelho?</p>
<p>Para   se ter idéia de algumas das causas de “água” no joelho, podemos citar   os traumas de joelhos com rupturas de estruturas internas como os   meniscos, os diversos tipos de artrites, artrose, gota, sinovites.   Doenças a distância  como a infecção intestinal por salmonelose,  parasitose intestinal, ou  mesmo uma infecção genito-urinára como a  gonorréia, entre outras  inúmeras moléstias também podem provocar derrame  articular no joelho.  São as chamadas “artrites reativa.”</p>
<p>- È preciso retirar a “água do joelho” ?</p>
<p>As   vezes sim outras vezes não. Quando este derrame articular é grande e   causa dor, então aspiramos com seringa e colocamos ou não fármacos  no interior do joelho no intuito de não voltar a inchar ou sentir dor.   Outras vezes precisamos aspirar este líquido para enviá-lo a exames   laboratoriais para se poder chegar a conclusão qual a causa deste   derrame para poder combatê-la de forma correta. As vezes também   procedemos a remoção do líquido, conhecida como artrocentese, no pós   operatório de algumas cirurgias, pois a presença deste líquido acima de   determinado volume dificulta a recuperação de   uma  hipotrofia muscular. Também devemos lembrar que como neste derrame   articular suas propriedades estão alteradas, então este líquido não  irá  cumprir suas funções de forma correta, podendo levar esta  articulação a  um processo degenerativo de caráter irreversível  conhecida como  artrose. O derrame articular pode aparecer de forma  lenta e progressiva  ou de forma aguda, rápida, como numa crise de gota,  em que nosso  paciente deita com o joelho normal e acorda no meio da  noite com êle  inchando, chegando pela manhã muitas vezes com um derrame  em torno de  50, 60ml ou mais dentro do joelho causando muita dor,  sendo uma das  indicações de remoção deste líquido em caráter de  urgência.</p>
<p>- Como combater esta afecção?</p>
<p>Dependendo   da causa do derrame articular, pode ser fácil e rápido, como em   pequenos traumas, demorando um pouco mais em algumas artrites chamadas   de artrite reativa, cuja causa está a distância, longe do joelho como   foi mencionado acima, como a infecção intestinal por salmonelose,   parasitose intestinal, vírus, etc. É interessante que no caso da artrite   reativa o derrame no joelho costuma surgir após 1 semana a 1 mês de   adquirida a moléstia. Outras vezes torna-se extremamente difícil, como   na artrite reumatóide na qual o derrame articular no joelho é apenas um   dos vários aspectos desta moléstia. Neste caso é tratada pelos   reumatologistas. Neste aspecto, o ortopedista pode ajudar o   reumatologista fazendo  uma cirurgia chamada  artroscopia, que tem por  finalidade examinar internamente o joelho,  observar o estado da  cartilagem articular, dos ligamentos cruzados, dos  meniscos e das  características da membrana sinovial já mencionada no  início. Neste  caso, além destes dados fazemos uma biópsia pela  artroscopia para poder  identificar, dentro de certos limites, qual o  tipo de artrite que está  atacando o joelho. De maneira geral nestas  artrites, esta membrana  está aumentada de tamanho através das chamadas  vilosidades sinoviais e  portanto também está aumentada a produção deste  líquido enfermo. Uma  das opções no momento da artroscopia além da  biópsia, é a de diminuir o  tamanho destas vilosidades fazendo-se a  chamada sinovectomia, que é um  procedimento semelhante ao que fazemos ao  podarmos a grama de um  jardim e desta forma conseguimos, pelo menos de  forma temporária, a  diminuição da produção deste líquido alterado e com  isto, melhor  controle da moléstia pelo reumatologista.</p>
<p>Para   finalizar, podemos dizer de forma resumida, que “água” no joelho,  assim  como a febre, não é uma doença mas sim um sintoma de uma moléstia  e que  devemos nos empenhar em procurar sua origem, sua causa e  combatê-la  convenientemente.</p>
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		<title>NOÇÕES DE OSTEOPOROSE</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:30:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[NOÇÕES DE OSTEOPOROSE &#160; Osteoporose-É uma doença caracterizada por uma diminuição da massa mineral óssea com uma desorganização de sua microestrutura e deterioração da   microarquitetura do tecido ósseo orgânico, levando a um aumento da fragilidade óssea e a um conseqüente &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/nocoes-de-osteoporose">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>NOÇÕES DE OSTEOPOROSE</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p dir="ltr"><strong>Osteoporose-</strong>É uma doença caracterizada por uma diminuição da massa mineral óssea com uma desorganização de sua microestrutura e deterioração da   microarquitetura do tecido ósseo orgânico, levando a um aumento da fragilidade óssea e a um conseqüente aumento do risco de fratura.</p>
<p dir="ltr">È uma doença muito perigosa devido ao fato de não causar sintomas,   nem mesmo dor. Nosso paciente descobre que está com osteoporose  somente  após ocorrer a primeira fratura devido a esta fragilidade  óssea,  atingindo principalmente o colo do fêmur que pode levar ao  óbito,  colo  do úmero, punho e vértebras.  Pode atingir 30 a 50% das  mulheres após a  menopausa e quase a metade dos homens após os 75 anos.  Seu diagnóstico é  feito através da Densitometria óssea. Não confundir  osteoporose que não  causa dor com osteoartrose que causa dor e é devida  ao desgaste da  cartilagem articular.</p>
<p dir="ltr"><strong> Suas principais causas-</strong> estão relacionadas á hereditariedade, deficiência de  estrógeno na   mulher, fatores relacionados com o estilo de vida como dieta pobre em   cálcio e vitamina D, sedentarismo, falta de exposição adequada ao sol,   abuso do álcool, fumo e café, uso abusivo de antiácidos e de   corticóides. É mais comum nas pessoas do sexo feminino, principalmente   as magras e de pele clara.</p>
<p dir="ltr"><strong>Fatores que ajudam a combater a osteoporose</strong>: manter atividade física <strong>diária</strong>, como caminhadas em torno de 20 minutos e que devem ser feitas em terreno regular e plano,   hidroginástica, natação, bicicleta estacionária, Tai-Chi-Chuan, etc.   Dieta adequada de cálcio e vitamina D, banhos de sol pela <strong>manhã</strong> em torno de 30 a 40 minutos, evitar abuso do álcool, fumo e café.</p>
<p dir="ltr"><strong>Fatores que ajudam a minimizar as quedas causadoras de fraturas-</strong> uso de calçados firmes, evitar tapetes escorregadios, tratar os   defeitos da visão, principalmente a catarata que é comum nesta faixa   etária, iluminação adequada, evitar degraus dentro de casa mesmo sendo   pequenos, tomar cuidado com as tonturas que vêm ao levantar muito   rápido, uso de bengalas para melhora o equilíbrio, etc.</p>
<p dir="ltr"><strong>Tratamento-</strong>Reposição   hormonal quando indicada, medicamentos, dieta em cálcio em torno de   1000 mg ao dia, dividida nas refeições, vitamina D, banhos de sol com   pouca roupa para o sol ter contato com a pele e exercícios, como já foi   comentado.</p>
<p dir="ltr"><strong>Fontes naturais de cálcio</strong>: Leite e derivados.  1 copo de leite tem 300 mg de cálcio e é melhor fixado aos ossos se tomado á noite,   queijos do tipo Emental, parmesão, prato,  suíço, verduras de folhas   escuras como brócolis, sardinha com osso, casca de ovo que pode ser   fervida e triturada para misturar aos alimentos, farinha de peixe,   flocos de cereais, etc.</p>
<p dir="ltr"><strong>Fontes naturais de Vitamina D</strong>. Gema de ovo, peixes como cavala, sardinha, arenque do Atlântico, óleo de fígado de bacalhau, ostra, cogumelo.</p>
<p dir="ltr"><strong> A verdadeira prevenção </strong>da   osteoporose inicia-se na puberdade, época esta em que há a formação da   massa óssea e que pode persistir mesmo após os 60 anos de idade.  È   feita através de uma alimentação rica em cálcio, proteínas e também com   muita atividade esportiva, pois é um esqueleto bem formado no período  de  crescimento que irá retardar a instalação da osteoporose na velhice.</p>
<p dir="ltr"><strong>Resumindo</strong> : <strong>Alimentação adequada, sol pela manhã e muita malhação.</strong></p>
</div>
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		<title>Varizes</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:29:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Varizes e seu Tratamento   CARO PACIENTE, VOCÊ SABE O QUE SÃO VARIZES? QUAL O SEU TRATAMENTO? Varizes são dilatações irreversíveis das veias que são os vasos responsáveis por levar o sangue ao coração. Apesar de serem irreversíveis elas têm &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/varizes">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><em><strong>Varizes e seu Tratamento</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<div>
<p><span style="color: #000000;"><strong>CARO </strong><strong>PACIENTE, VOCÊ SABE O QUE SÃO VARIZES? QUAL O SEU TRATAMENTO?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Varizes são dilatações irreversíveis das veias que são os vasos responsáveis por levar o sangue ao coração. Apesar de serem irreversíveis elas têm tratamento que tanto pode ser clínico como cirúrgico.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Elas estão divididas em 3 categorias: Varizes, Microvarizes e as Teleangectasias (vasinhos). Todos os tipos estão relacionados com fatores agravantes e desencadeantes, como:</span></p>
<blockquote dir="ltr">
<ul>
<li><span style="color: #000000;">·         Sedentarismo</span></li>
<li><span style="color: #000000;">·         Tabagismo</span></li>
<li><span style="color: #000000;">·         Gravidez</span></li>
<li><span style="color: #000000;">·         Uso de anticoncepcional</span></li>
<li><span style="color: #000000;">·         Obesidade</span></li>
<li><span style="color: #000000;">·         Longos períodos em pé ou sentado</span></li>
<li><span style="color: #000000;">·         Constipação intestinal</span></li>
<li><span style="color: #000000;">·         Trombose venosa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">·         Hereditariedade</span></li>
</ul>
</blockquote>
<p><span style="color: #000000;">As varizes, em qualquer de suas formas, sempre devem ser tratadas para prevenir suas complicações, como: piora das mesmas, inchaço, dores nas pernas, úlceras, manchas nas pernas e até a trombose venosa nos casos mais graves.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O tratamento quando bem orientado é muito eficiente, quer seja cirúrgico ou clínico, com uso de meias elásticas de compressão graduada, adequada de acordo com cada paciente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Esteticamente e, principalmente para as mulheres, a escleroterapia (secar os vasinhos) tem excelentes resultados se bem orientada e dentro de um contexto de tratamento e prevenção da doença varicosa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Dr. </em><em>Claudio </em><em>Gabriele</em></span></p>
</div>
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		<title>BURSITE</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:28:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É um termo que era conhecido no passado quando uma pessoa era portadora de dor no ombro de origem inflamatória. Na época, supunha-se que a dor no ombro era causada pela inflamação de uma estrutura chamada bursa ou bolsa, daí &#8230; <a href="http://www.ortoclinicabauru.com.br/artigos/bursite">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É  um termo que  era conhecido no passado quando uma pessoa era portadora  de dor no ombro  de origem inflamatória. Na época, supunha-se que a dor  no ombro era  causada pela inflamação de uma estrutura chamada bursa ou  bolsa, daí a  denominação de bursite ao processo inflamatório que  atingia esta  estrutura. No entanto, temos esta estrutura em outros  locais de nosso  corpo, como quadril, cotovelo, etc. e que podem também  inflamar e causar  bursite nestes vários locais. Portanto, bursite não é  afecção exclusiva  do ombro. O tratamento de eleição na época era  injetar cortisona nesta  bolsa para acabar com a inflamação, as tão  conhecidas e dolorosas  “infiltrações” na tentativa de acabar com a dor e  a moléstia. Durante  muitos anos aceitou-se esta teoria assim como seu  óbvio tratamento. Com o  correr dos anos, verificou-se que este  tratamento era provisório e a  dor voltava e algumas vezes com algumas  complicações. Muitos estudos  foram feitos à este respeito e aos poucos  chegou-se à conclusão que na  verdade a dor no ombro, que era atribuída à  inflamação da bursa  (bursite), tinha uma causa bem mais complexa e que  envolvia outras  estruturas, tais como a forma e a estrutura dos ossos  do ombro,  ligamentos locais, tendões, etc. Uma alteração nestas  estruturas ou seu  mal uso, poderiam causar inflamação nos tendões,  bursas e mesmo rupturas  de estruturas que envolviam o ombro. Hoje,  sabemos que a inflamação da  bursa é apenas uma das estruturas atingidas  nesta afecção, e portanto  não adianta fazermos infiltração na  esperança de cura desta moléstia. È  ainda motivo de estudo sua causa e  tratamento, tendo sido desenvolvida  várias técnicas cirúrgicas nestes  últimos anos e que estão cada vez mais  sofisticadas e menos agressivas,  como a vídeo-artroscopia que hoje está  sendo bastante usada,  semelhante à técnica que é feita no joelho para  tratamento de rupturas  de meniscos e ligamentos ou mesmo cirurgias  abdominais. Em lugar do  termo bursite, que obviamente não condiz com os  conhecimentos atuais,  alguns preferem, quando ainda não se determinou a  causa, o termo “Ombro  doloroso” que englobaria várias causas desta  afecção, como as chamadas  peritendinites calcárea (conhecidas  popularmente como calcificação no  ombro), a síndrome do impacto em seus  vários graus, que vai desde uma  simples tendinite, até a ruptura total  do chamado manguito rotador do  ombro ou mesmo dor no ombro em que o  paciente vai perdendo os  movimentos chegando mesmo a uma rigidez desta  articulação, a chamada  “capsulite adesiva de ombro”.<br />
Quanto ao  tratamento, costumamos iniciar com tratamento clínico,  chamado de  “tratamento conservador”, que consistem em prescrevermos uma  medicação  adequada, fisioterapia baseada principalmente na  eletroterapia, alguns  cuidados especiais como o posicionamento e  movimentação do ombro e  exercícios específicos para correção do  desequilíbrio muscular do  manguito rotador ou mesmo em alguns casos  muito específicos as  infiltrações. Caso este tratamento não tenha um  bom resultado será  indicada cirurgia, de preferência por  vídeo-artroscopia, que é a técnica  que é feita com “furos” no ombro e  operamos por intermédio de uma  óptica especial, televisão e materiais  que são próprios para tal  procedimento, inclusive sutura da rotura  deste manguito, correção de  instabilidades (luxações recidivantes) etc.  Por outro lado, existem  alguns casos em que tanto pelo grau de  comprometimento do ombro como  pela idade, condições físicas e profissão  de nosso paciente, está  indicado tratamento cirúrgico precoce ou então  puramente conservador.  Como em qualquer parte da medicina, “não há um  divisor de águas nítido”,  na indicação de um tratamento cirúrgico e um  tratamento conservador,  valendo a experiência , a vivência e o  conhecimento do Ortopedista.<br />
Em  resumo, podemos dizer que este tipo de afecção tem uma etiologia   complexa e múltipla, entrando em jogo múltiplos fatores, dentre os quais   a presença de osteófitos da articulação acrômio-clavicular, o esporão   do acrômio, a forma do próprio acrômio, desequilíbrio muscular, etc.   Estas estruturas que estão alteradas, assim como o excesso ou o mal uso   do ombro, podem causar inflamações e mesmo rupturas de várias  estruturas  além da bursa, tais como o tendão longo do bíceps, manguito  rotador,  etc. causando dor, em geral referida como uma dor que começa  no ombro  irradiando-se para braço ou mesmo aparecendo apenas no braço,  piorando  com os movimentos e melhorando com o repouso. Às vezes  predomina a dor  após deitarmos melhorando durante o dia, outras apenas  ao fazer  movimentos com o ombro. Esta dor poderá levar também a uma  limitação de  movimentos do ombro, isto é, perder alguns movimentos,o  que dificulta  mais seu tratamento.<br />
Para se fazer um tratamento adequado é preciso  um diagnostico correto e  portanto saber qual a estrutura atingida e se  possível sua causa. Para  tanto, após a entrevista com nosso paciente e  um exame físico adequado  fazemos alguns exames, dentre eles as  radiografias, a ultra-sonografia  e se necessário a ressonância magnética  para podermos determinar que  estrutura está alterada e desta forma  fazermos um tratamento correto.  Como dissemos acima, existem condições  em que somente a cirurgia poderá  resolver este problema e infelizmente,  como em qualquer campo da  medicina, há casos que pouco podemos fazer  pelo nosso paciente. Como  sempre afirmamos em Medicina, “cada caso é um  caso”, não havendo um  tratamento “padrão” para o mesmo e assim cada  paciente terá um  tratamento adequado para seu ombro. O fundamental é que  procure seu  ortopedista o mais breve possível do início da moléstia,  pois no início  tudo é mais fácil e mais rápido e com melhor resultado.</p>
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